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Relação Custo Benefício das Luvas de Segurança
Posted by Luvas Yeling in Segurança do Trabalho on 10 de outubro de 2011
Um dos assuntos mais discutidos nos departamentos de compras e de segurança do trabalho nas empresas é a relação custo benefício dos EPI´s adquiridos para proteção dos funcionários.
A legislação brasileira exige através da NR-06 (Norma Regulamentadora), que as empresas comprem os EPI´s adequados para uso, que o fornecimento seja gratuito para o funcionário, que este equipamento possua Certificado de Aprovação vigente e que faça a substituição do mesmo quando danificado ou mesmo extraviado. Além disso, as empresas são também responsáveis pela manutenção e treinamento para utilização do EPI.
Como a exigência de compra é das empresas, torna-se habitual discutir nas empresas o orçamento dos EPI´s para cada ano fiscal, contudo muitas vezes sem observar os impactos de um EPI não adequado a utilização. Há diversos problemas gerados por uma compra de um equipamento de proteção individual errada: passivos trabalhistas, custos de tratamento médicos, indenizações, redução da produção, fiscalizações do MTE, atas de CIPA comprovando imprudência, insatisfação dos funcionários, pagamento a maior de impostos trabalhistas, e até mesmo os custos de uma nova contratação e treinamento.
Existem no mercado, no caso de luvas de segurança, preços de venda que variam de R$ 1,00 a R$ 200,00 o par da luva. É uma diferença gritante de preço e desempenho, e muitas vezes o barato realmente pode sair (muito) caro. É fundamental a colaboração entre SESMT (CIPA também se houver) e compradores para atingir os objetivos das empresa de redução dos custos sem aumentar o número de acidentes.
Uma luva usada inadequadamente pode aumentar o número de acidentes como também atrapalhar os funcionários nas suas atividades. As montadoras de automóveis foram as pioneiras a observar que o EPI errado atrasa a linha de montagem e traz grandes prejuízos a empresa. Substituíram luvas grossas por luvas mais finas com mais tato e durabilidade.
Empresas que tratam o lixo hospitalar e comum, e que higienizam material hospitalar, observaram que o EPI errado traz insegurança ao trabalhador na separação do material, tornando o trabalho mais lento e deixando o funcionário com risco de contaminação por um agente biológico (vírus, bactérias, fungos, protozoários, e etc). Uma indenização por uma contaminação de DST (doença sexualmente trasmissível) por acidente do trabalho gera indenizações milionárias aos trabalhadores na esfera judiciária.
Uma empresa química, na busca por melhorias na segurança e na durabilidade das luvas, concluiu que as luvas tricotadas de DuPont™ Kevlar®, mesmo custando mais de 10x acima das luvas tricotadas de algodão, proporcionaram redução significativa nos acidentes de trabalho e reduziram o gasto em luvas em 20% no final do ano fiscal.
Empresas que operam com pintura não podem usar luvas de segurança que soltam qualquer tipo de fuligem (o algodão por exemplo), e o uso dessas luvas traz prejuízos a operação, pois o algodão flutua no ar e pode “contaminar” os produtos durante a pintura. Uma luva de poliamida ou poliamida, que não solta qualquer tipo de fuligem, proporciona mais limpeza a operação e nenhum retrabalho.
Diversas companhias montam equipamentos com presença de líquidos de qualquer natureza, e luvas sem impermeabilização trazem necessidade de cremes de proteção, pois os líquidos podem entrar em contato com a pele (além de diminuir a vida útil do EPI). A solução é implantar luvas com algum tipo de impermeabilização, evitando que qualquer líquido estrague o EPI e alcance a derme do operador. Essa solução diminui os custos de tratamento com dermatologista, reduziu os custos de afastamento por alergia, e aumentou o tempo médio útil do EPI.
Há exemplos também de organizações que focam somente no custo de compra dos EPI´s. Independente do tamanho dos riscos e da política de compra das empresas, por muitas vezes é observado que luvas melhores trazem maior satisfação dos usuários, maior proteção, redução do índice de acidentes e afastamentos, aumento do desempenho de fabricação, e principalmente custos menores. Luvas fabricadas com o DuPont™ Kevlar®, por exemplo, resistem até 10 ciclos de higienizações (lavagens) sem perder suas características. Fibras sintéticas desempenham muito melhor do que as fibras naturais em higienizações. Até mesmo sua toalha nova confeccionada 100% em algodão encolhe após as lavagens.
Algumas empresas, por não haver o EPI adequado para suas operações, utilizam da solução de usar 2 a 3 luvas sobrepostas para proteção contra diversos riscos. Normalmente são luvas para proteção contra agentes mecânicos (físicos também) e outra para proteção contra agentes químicos e de líquidos. Uma luva desenvolvida especificamente, com propriedades de proteção contra ambos os riscos e com um banho apropriado de impermeabilização em produto sintético (nitrílico) ou natural (látex), pode sintetizar dois ou mais equipamentos em apenas um, facilitando o controle de uso pelo SESMT, e diminuindo os custos de administração de diversos itens pelo almoxarifado e a simplificação para o setor de compras.
E há também muito mercado e empresas que necessitam de luvas que custam em média 200 reais o par. Empresas com alto risco de corte nas operações, ou mesmo com alto risco de contaminação por objetos pontiagudos ou perfurantes, podem trazer danos sérios a saúde dos funcionários nas suas operações (algumas com alto índice de periculosidade). Uma luva de segurança de alta tecnologia, mesmo com preços considerados elevados, mostrou custo-benefício excelente pois reduziu os acidentes (com e sem afastamento) a zero nas empresas.
Para conhecer melhor de outras linhas de luvas e seu custo-benefício, entre em contato com a área técnica da Luvas Yeling para mais informações: tecnica@yeling.com.br.




